quarta-feira, 19 de julho de 2017

Filme: Nada que eu ouça


fnqueeuouça

País: Estados Unidos
Ano: 2008
Título: “Nada que eu ouça” (“Sweet nothing in my ear”)
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL), legendas em Português

“Nada que eu ouça” (“Sweet nothing in my ear”) é um dos filmes obrigatórios para aqueles que começam a se aproximar das comunidades e das culturas surdas. Nele, a disputa judicial pela guarda de um filho surdo torna-se pano de fundo para uma sensível discussão sobre implantes cocleares, identidades surdas, orgulho surdo etc. As diferentes expectativas postas em conflito (de um lado, um pai ouvinte; de outro, uma mãe surda) vão deslindando diferentes concepções sobre a surdez, fazendo emergir as nuances políticas (e não só médicas) que envolvem a decisão de se implantar, ou não, uma criança surda. Com muita sutileza, o filme protagonizado por Jeff Daniels e Marlee Matlin traz à tona uma série de práticas e artefatos comuns ao mundo surdo, promovendo ao grande público novos olhares sobre o tema. O filme conta com legendas em Português.

terça-feira, 18 de julho de 2017

CEADA: O grande rabanete em Libras

CEADA Tradução Cultural: Chapeuzinho Vermelho em LIBRAS

A Lebre e a Tartaruga em Libras

Sinalário - Personagens de História Infantil

Características de alguns personagens do Folclore

Sinalário - Folclore

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Língua de Herança - Língua Brasileira de Sinais

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Neste livro, Ronice Müller de Quadros inaugura as pesquisas sobre as línguas de herança – aquelas usadas por comunidades locais em contextos nos quais outra língua é utilizada de forma mais abrangente –, com enfoque na língua brasileira de sinais. A autora discute as relações entre língua de sinais e língua falada, apresentando um amplo panorama, com estudos, definições e exemplos de histórias pessoais e interações das comunidades surda e ouvinte.

Autora: Ronice Müller de Quadros

Dicionário da Língua de Sinais do Brasil. A Libras em Suas Mãos - 3 Volumes

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Este Dicionário documenta mais de 13 mil sinais de Libras em entradas lexicais individuais, trazendo os verbetes correspondentes ao sinal em português e inglês, a definição do significado do sinal e dos verbetes, ilustrações e a descrição detalhada da forma do sinal, além de exemplos ilustrativos do uso funcional apropriado do verbete em frases e a especificação do escopo de validade geográfica em relação aos estados brasileiros. O Dicionário contém a escrita visual direta do sinal em SignWriting, permitindo ao leitor concentrar-se nos traços distintivos que possibilitam diferenciar sinais semelhantes. É possível ainda encontrar a descrição da etimologia do sinal pela análise dos morfemas que compõem sua estrutura, e uma breve análise do parentesco semântico entre o sinal e outros sinais que compartilham alguns de seus morfemas moleculares. O livro traz ainda a soletração digital em Libras por meio da fonte Capovilla-Raphael, permitindo à criança surda analisar a composição das palavras escritas e converter letras em formas de mão. 

Autores: Fernando César Capovilla; Walkiria Duarte Raphael; TEMOTEO, Janice Gonçalves ; MARTINS, Antonielle Cantarelli

domingo, 2 de julho de 2017

Universidade do Rio desenvolve livro digital para pessoas com deficiência


A adaptação de livros didáticos tradicionais para estudantes cegos, surdos, com deficiência intelectual e autismo vem sendo desenvolvida pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) a partir de um projeto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da organização não governamental (ONG) Movimento Down, iniciada em 2014. O livro vem sendo desenvolvido no Brasil por pesquisadores do Observatório de Educação Especial e Inclusão Escolar (ObEE) da UFRRJ.

A universidade conta com uma equipe interdisciplinar, formada por pesquisadores de diferentes instituições do estado, como a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o Colégio Pedro II, a Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), envolvendo as áreas de educação e tecnológica. “Estamos com o protocolo pronto. e já em fase de compra de materiais. O dinheiro foi liberado só agora. Estamos adquirindo os tablets, informou hoje (19) à Agência Brasil a coordenadora do grupo de pesquisa do departamento, Márcia Pletsch.

O observatório está formando, 200 professores de educação especial nas redes de ensino de oito municípios da Baixada Fluminense (Belford Roxo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Nilópolis, Mesquita, Japeri, Queimados e São João de Meriti). Eles participam do curso de extensão Ensino e Aprendizagem para Estudantes com Deficiência: Estratégias Curriculares e Recursos Tecnológicos, iniciado em fevereiro, que aborda tecnologia, desenho universal, acessibilidade, inclusão, desenvolvimento humano.

Em campo

O livro didático digital vem sendo desenvolvido na perspectiva da metodologia do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA). A ideia é começar a aplicação do projeto-piloto em agosto. Alguns dos professores serão selecionados para turmas de alunos cegos, surdos, com autismo e deficiência intelectual. “Temos que ir para as escolas, no contexto real das salas de aula, para validar o protocolo”, disse Márcia.

Escolas de 16 municípios que já haviam estabelecido parceria anterior em projeto sobre deficiência intelectual tiveram prioridade. De acordo com Márcia, serão estudados quatro casos de cada deficiência. Um protocolo ético e metodológico na área de humanas será seguido, incluindo autorização das famíliaspara filmagens.

A equipe de pesquisadores da UFRRJ e da Uerj vai atuar junto aos professores, acompanhando a aplicação do livro digital nas salas de aulas. Márcia Pletsch lembrou que. para garantir acessibilidade a todos, o projeto observa especificidades teóricas de linguagem e construção do desenvolvimento cognitivo dos diferentes tipos de deficiência.

O projeto é pioneiro e inédito, “inclusive internacionalmente”, ressaltou a coordenadora. “Se conseguirmos acessibilidade para um livro didático digital na Baixada Fluminense, conseguiremos em qualquer lugar do planeta”. Caso o projeto seja validado, poderá ser replicado em qualquer lugar do mundo. “A proposta é validar o projeto do Unicef e fazer uma devolutiva para o órgão das Nações Unidas”. O Unicef Brasil está acompanhando a aplicação.

Audiências públicas

Após o trabalho em campo, previsto para o final de outubro, o Observatório vai submeter o piloto do livro à aprovação em audiências públicas, abertas às comunidades, com participação de adultos com deficiências e especialistas das áreas. O objetivo é elaborar um conteúdo que possa orientar a produção de livros digitais acessíveis.

As audiências devem começar em janeiro, depois do trabalho interno dos pesquisadores. Para o projeto piloto, foi selecionado o livro didático mais escolhido do Programa Nacional do Livro Didático, de 2015. O conteúdo foi transformado para se tornar acessível aos quatro níveis de deficiência, e ser inserido em tablets, para escolas. A partir da validação, a universidade poderá solicitar o registro de patente do protótipo.

Fonte:

Aplicativo lê movimentos de surdos e traduz língua de sinais para português

APLLIBRAS

Novo aplicativo de produção por Vanderlane Menezes Gomes, traduz as LIBRAS para o português

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Alunos do IFPR desenvolvem protótipo de soldagem voltado para pessoas surdas

Alunos do curso Técnico em Mecânica do Campus Paranaguá, do Instituto Federal do Paraná, desenvolveram um dispositivo de proteção voltado para pessoas com deficiência auditiva para processos de soldagem e corte com indicação visual de ruídos e outras condições operacionais.  
O projeto surgiu da necessidade de incluir os alunos surdos do campus na matéria de soldagem do curso Técnico em Mecânica. Os equipamentos de proteção atuais não são preparados para a utilização por pessoas com necessidades específicas, então o projeto pretende adaptar uma máscara de solda (as máscaras comuns protegem de radiação e respingos metálicos durante o processo) para captar os ruídos desse processo e transmitir em sinais luminosos para a máscara. Com o protótipo, além da máscara proteger, também vai fazer a tradução de ruído para sinal luminoso, auxiliando os deficientes auditivos.
A equipe do projeto é composta pelos docentes Marina Izabelle Grabarski e Rafael Rogora Kawano, e pelos estudantes do curso Técnico em Mecânica Eduardo Ribeiro dos Santos, João Nogueira, Lucas Veiga Filadelfo e Maria Clara Chaves Pereira, todos do Campus Paranaguá.
Maria Clara lembra que as empresas precisam incluir os deficientes no trabalho, “este é um projeto que está começando agora, mas não tem uma validade”. “Ano que vem os alunos surdos vão poder usar a máscara e, por ser um projeto de alunos, também vão poder adaptar para outras necessidades que a gente ainda não percebeu. Este é um projeto vivo, que vai continuar crescendo”, finaliza a docente Marina.
O Instituto Federal do Paraná solicitou ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), autarquia federal vinculada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o registro de patente do dispositivo.
Sobre o IFPR
Referência em educação profissional, tecnológica e científica, o Instituto Federal do Paraná (IFPR) é uma instituição pública federal de ensino reconhecida pelo compromisso com a educação e a transformação social. É voltado à educação superior, básica e profissional, especializado na oferta gratuita de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades e níveis de ensino.
Criado há oito anos, o IFPR já é a instituição federal de ensino presente no maior número de municípios do Paraná e conta com 25 campi em todo o estado. Atualmente, o IFPR atende mais de 15 mil estudantes nos cursos de modalidade presencial, oferecendo à comunidade paranaense cursos técnicos, superiores e de pós-graduação.
comunicacao@ifpr.edu.br

Alunos surdos "sentem" a música da Sinfônica de Campinas pela vibração

SENTEMVIBRAÇÃO
A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas recebeu um grupo de alunos surdos de escola municipal para “sentir a música”, em uma experiência inédita realizada na sexta-feira, 23 de junho, no Teatro Castro Mendes. Surdos, assim como todo mundo, sentem a música por meio da vibração e, assim fizeram, sentados no palco e próximos ao maestro.

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